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A Mãe e os Cachopos

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    Porque as Mães Seguram os Bebés do Lado Esquerdo?


    Talvez nunca que tenhas apercebido, mas a maioria das mães carregam os bebés ou no braço esquerdo ou no ombro esquerdo. Mas porquê?

    Bem, segundo um estudo da Revista Nature Ecologia e Evolução isso é algo que acontece de forma completamente natural, e também é algo que os outros mamíferos fazem.

    Segundo o estudo, esta é uma preferência de 75% a 80% das mulheres! Ainda de acordo com o estudo, isto é o instinto materno que fala mais alto, já que ao manter o bebé seguro do lado esquerdo, a mãe "está à vontade" para uma interacção social.

    No meu caso confirma-se. Eu carrego mais vezes do lado esquerdo, E tu carregas o teu filho(a) mais vezes do lado esquerdo ou do lado direito? Deixa ai o teu comentário e vamos ver se o estudo está certo. 😏
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    Bem, este é um tema super sensível para mim. Mas preciso contar um pouco a história do meu bebé que nasceu com o pé boto, conhecido também com pé torto congénito.

    O meu bebé nasceu de madrugada, e depois de nascer o meu noivo acompanhou-o com as enfermeiras e a pediatra para verem se estava tudo bem, vestir e afins. Quando voltou à sala de partos disse que o bebé estava bem só tinha o pé torto. Pensei que tivesse sido um "mau jeito" ao nascer, porque a enfermeira disse que ele nasceu com a mão encostada à cabeça.

    Depois quando trouxeram o bebé para ao pé de mim eram 2 da manhã e então foi amamentá-lo e adormece-lo, e ficar babada a olhar para o meu pequeno príncipe. Às 7 da manhã quando ele acordou e fui mudar a primeira fralda ao meu príncipe, é que vi realmente o pé torto, e as lágrimas não pararam e o desespero abateu-se em mim. Falei com uma enfermeira e ela chamou o pediatra que me explicou que ele teria de fazer uns gessos e que depois ficava tudo bem. Mas não era bem assim.

    O que é o Pé Boto?

    O pé boto é uma má formação congénita que por norma é detectada na ecografia (no caso do meu filho não) e que ocorre em média a 1 criança caucasiana a cada 1000 nascimentos e é duas vezes mais comum no sexo masculino. O diagnóstico do pé torto congénito idiopático é feito ao nascimento, a partir da observação clínica da deformidade. O pé nasce torto "virado para dentro" e pode ser unilateral (só um pé) ou bilateral (os dois pés), no nosso caso foi unilateral esquerdo. Os médicos ainda não conseguiram descobrir a causa da doença.

    O Tratamento

    Actualmente moro em Constância (Santarém) e o tratamento tem de ser feito no Hospital Dona Estefânia em Lisboa (cerca de 150km). Com cerca de 15 dias de vida do meu bebé, fomos à primeira consulta onde o médico nos explicou o que era o pé boto e como iria ser o tratamento.

    O meu bebé nasceu com o pé esquerdo torto, e teve de fazer cerca de 6 gessos no pé esquerdo e 3 no pé direito. Este tratamento é baseado no método de Ponseti, onde é aplicado gesso desde o pé até mais ao menos à zona da virilha, e onde todas as semanas o médico vai  manipulando as articulações, "mexendo" o pé para ele ficar na posição certa e depois passa a usar umas botas ortopédicas até aos 4 -5 anos de vida.

    Durante um mês e meio fomos a Lisboa todas as semanas colocar e tirar gesso. Nenhuma dessas consultas foi fácil, mas a primeira vez que tiraram o gesso, e cortaram o gesso com a serra, as lágrimas caíram-me espontâneamente. Ele era tão pequenino, foi avassalador.

    Tivemos problemas porque o gesso não era bom, e apesar dos médicos e enfermeiras fazerem requerimentos ao ministério da saúde, essa situação não foi corrigida. Isto torna o corte do gesso mais perigoso e demorado, e faz com que o gesso "rache".

    A 8 de Março de 2016 chegou a hora de fazer a Tenotomia, ou seja, um pequeno golpe que é dado acima do calcanhar para fazer o alongamento do tendão de Aquiles. O bebé é anestesiado (o meu bebé tinha apenas 2 meses) e depois fica com gesso durante 3 semanas seguidas. A operação demorou cerca de 2 horas e no mesmo dia viemos todos para casa. Foi um dia difícil.

    Depois do tratamento com gesso e da tenotomia, os bebés tem de usar umas botas ortopédicas (órtese externa) todos os dias até terem 4-5 anos. As botas têm uma barra a meio que prende as duas botas e por isso quando eles começam andar é mais complicado pois não conseguem caminhar com as botas.

    Inicialmente ele ficou com as botas 24h por dia, só tirava as botas para tomar banho e mais nada. No fim de Junho de 2016 passou a usá-las durante 16 horas por dia e assim continuará até acabar o tratamento.

    O período mínimo que eles tem de ter as botas é 12 horas por dia, mas isso é algo que o ortopedista pediátrico decide conforme a evolução do pé. Quanto mais horas os bebés usarem as botas, menor a probabilidade de um dia o pé voltar a ficar torto.

    A duração do tratamento varia de bebé para bebé. Em alguns casos consegue-se a correcção total quando o bebé tem 3 anos e outros bebés só deixam de usar as botas aos 5 anos de idade. O mais importante é os pais colocarem as botas correctamente e durante no mínimo 12 horas por dia.

    Quando há um atraso no início do tratamento, nas formas mais graves, ou quando a malformação não pode ser corrigida apenas através do tratamento ortopédico, a única solução é o recurso à cirurgia. Depois, o pé é imobilizado com gesso durante alguns meses, e depois é necessário efectuar um tratamento de reabilitação que permita que o pé adquira a sua normal funcionalidade.

    Estudos recentes provam que o método de Ponseti, que é o tratamento feito actualmente ao pé boto em Portugal tem uma taxa de sucesso de 97,5%. Esta é uma doença de deformidade com memória e por isso, o tratamento tem de ser escrupulosamente seguido, porque o pé terá tendência a regressar à posição na qual nasceu.


    A Carta da S.S

    Em Junho de 2016 soube que existe uma bonificação por deficiência (60€ por mês) que dão a crianças que têm algum tipo de deficiência que é o caso do meu bebé.
    (Caso tenham dúvidas sobre como pedir a bonificação para os vossos bebés deixem comentário ou enviem email ou mensagem nas redes sociais e ajudo no que puder.)
    Na primeira semana de Julho de 2016 entreguei o requerimento juntamente com o relatório do ortopedista pediátrico onde explica muito claramente que o bebé nasceu com o pé boto unilateral, que foi submetido ao tratamento de gessos, onde fez tenotomia e onde terá de usar uma órtese externa para corrigir o posicionamento dos pés até aos 4-5 anos de idade.

    No dia 2 de Setembro de 2016 recebi a carta mais revoltante da minha vida, vinda da Segurança Social Portuguesa. Dizia a carta:
    Solicita-se que V.exa envie no prazo de 10 dias:
    Informação médica detalhada onde conste a doença do descendente, assim como as terapias e medicação associada.
    Comprovativos que justifiquem o acréscimo de encargos decorrentes da situação de deficiência resultantes do apoio pedagógico ou terapêutico (...)
    Eu sei que há algumas burlas à Segurança Social e por isso é preciso averiguar a verdade das coisas. No entanto, para quem recebe a carta é um bocado revoltante e triste. Bastava melhorarem o serviço para conseguirem cruzarem os dados dos Hospitais onde o bebé nasceu, onde o bebé é tratado para verificarem se realmente o bebé nasceu com a deficiência.

    Quanto às questões financeiras, onde nos questionam se temos encargos com a deficiência do bebé, essa é fácil de resolver. Basta reunir o Ministro da Saúde e o Responsável da Segurança Social, levarem-nos ao Hospital Dona Estefânia. Lá, falam com os fantásticos ortopedistas que cuidam dos nossos botinhos.

    É certo, que os ortopedistas expliquem ao Ministro da Saúde e ao Responsável da Segurança Social, que há pais e bebés que vem do Algarve para Lisboa para fazerem o tratamento. Essas viagens tem custos de combustível e de portagens. As botas têm um custo mínimo de 250€, e tal como acontece com o calçado comum, conforme o pé cresce, é preciso comprar umas botas novas.

    Depois desta visita é só fazerem uma ficha técnica com a média de despesas que os pais de botinhos tem, juntar-lhe a informação para cruzarem dados com hospitais para confirmar as deficiências, distribuir por todos os funcionários da Segurança Social et voilá! Evitam gastos de papel, selos, impressora e tintas, evitam constrangimentos ao pais e stress desnecessário a quem tem preocupações que cheguem e sobrem.

    Depois desta carta, entregamos a receita médica das botas e a factura das botas; passado 7 meses chegou a bonificação.

    No período de 1 ano e meio já compramos 3 pares de botas, já fizemos inúmeras viagens a Lisboa, por isso, a bonificação faz falta e é um direito que assiste a todos os bebés com pé boto.

    Pais de Botinhos

    Se vão ser pais pela primeira vez de um bebé com pé boto, no inicio vai ser avassalador. Eu fiquei com raiva, chorava muito e perguntava porque é que o meu  bebé tão pequenino tinha que passar por tudo isto. Estava super revolta, com raiva do mundo.

    Tinha medo de tudo o que o meu pequeno príncipe ia passar. Tinha medo que ele não andasse. 

    Estavam sempre a dizer-me que havia bebés com doenças piores. Mas isso serve de consolo? É claro que desejava que todos os bebés nascessem saudáveis, mas o que me doí é o meu bebé. É o meu filho.

    Com o tempo, a revolta foi acalmando e "aceitando". Com 11 meses, o Mateus começou a dar os primeiros passos, e hoje com 1 ano e meio já corre a casa toda. Quem não o conhece, e o vê a andar e a correr não imagina que ele tem pé boto. O pé dele é tão normal quanto o meu.

     A dor acalmou. A esperança voltou e a sensação que vai ficar tudo bem permanece.

    Papá, Mamã, vai ser um caminho longo, mas vai correr tudo bem. Como eu costumo dizer: "Mateus vamos calçar as botas mágicas para ficares com o pé bom!". E as botas são mágicas, e os pés ficam bons e os nossos bebés serão felizes para sempre.
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    Quando recebemos a noticia que vem um bebé a caminho, automaticamente sabemos que muitas coisas na nossa vida vão mudar. A começar na gravidez, há muitas mudanças de hábitos alimentares, rotinas diárias e coisas que antes eram simples, depois deixam de o ser.

    Por muito que tentemos preparar para a chegada de um bebé, nunca estamos completamente preparados. Os choros, as birras, as dores de barriga, os dentes, entre tantas outras coisas, mostram-nos que não estávamos preparados.

    Mas é preciso ter calma, afinal ter filhos dá uma carga de trabalhos e muda-nos a vida por completo, mas é a melhor coisa do mundo! Hoje deixo 9 exemplos de coisas boas que acontecem quando temos filhos.

    O natal é mais especial



    Eu nunca liguei muito ao natal, nunca tive aquele espírito natalício como via tantas outras pessoas a ter. 3 meses antes do meu príncipe nascer mudei de casa, e fiz a decoração toda de natal, e sempre disse que só ia tirar quando o meu príncipe chega-se a casa. E assim foi. O meu bebé nasceu a 17 de Janeiro, saímos do hospital a 22 de Janeiro e só tirei a árvore de natal no dia 25 de Janeiro. Mais um bocadinho e era Carnaval. 😜
    Este natal ele já vai ter 11 meses, por isso o entusiasmo a montar a árvore de natal, e a abrir os presentes acho que vai ser fascinante. É a verdadeira magia de natal.

    1001 Brincadeiras



    Quando temos filhos fazemos de tudo para não os ver chorar. É o verdadeiro vale tudo! Caretas, danças malucas, cantar, guerra de almofadas e muito mais! Mesmo quando o tempo é escasso, tudo o que precisamos é de imaginação. Eles precisam tanto de brincar e nós também! Aqui em casa, sempre que é possível, é hora para brincar: no banho, depois do banho, à tarde, de manhã, ao acordar...

    Nós não resistimos, e ele também não! Eles crescem depressa, por isso, temos de desfrutar de todos os momentos!

    Regressar a casa é maravilhoso


    Depois de estar o dia inteiro a trabalhar, sabe bem regressar a casa. Mas quando temos "um palmo de gente igual a ti" à tua espera em casa, é maravilhoso! Quando abrimos a porta e vemos um sorriso rasgado, uns braços prontos para um abraço de urso, o coração derrete-se!

    Arruma, Desarruma



    Quando nasce um bebé, nós mães, estamos super cansadas e tudo o que precisamos é de descanso. Por isso, Papás quando as mamãs voltarem para casa da maternidade, lembrem-se de ajudar a tratar da roupa, da limpeza, das refeições, do bebé e de fazerem pequenas surpresas para a mamã. Se soubessem o quanto isso é importante, fariam isso todos os dias. 😉

    Esqueçam a casa completamente arrumada, a não ser que tenham empregada! Por norma, os pais só ficam em casa 1 mês, ou seja,  depois fica complicado para as mamãs. Nos primeiros meses, o tempo passa muito depressa, é dar de mamar ou biberão, mudar fralda, acalmar as cólicas, adormecer, tentar limpar, tentar comer, tentar ir à casa de banho. Sim tentar, porque nem o Usain Bolt conseguiria fazer tudo!

    Quando eles crescem um pouco é a hora de gatinhar, então passamos o dia a vira-los de barriga para cima (eu estou nesta fase). De 5 em 5 minutos, lá vou eu virá-lo. O dia começa com biberão às 7h, depois se ele tiver bem disposto fica na cama ou baloiço a brincar, caso contrário lá ando eu a fazer macacadas. Por volta das dez, hora do iogurte ou leite, depois dependo novamente da disposição dele.

    Ás 11h já estou a fazer a sopa e o almoço. 12.30h almoçar e de seguida dar-lhe a sopa, a verdadeira maratona. Entretanto já são 14h e estou a tentar que ele adormeça. Bem, às 16h já é hora da papa, super fácil visto que ele adora, ao contrário da sopa e fruta que detesta! Hora de brincar! Olho novamente para o relógio, já é hora de fazer o jantar. Jantamos, ele toma banho e papa a sopa. Quando nos apercebemos, entre banho, sopa e brincadeira já são quase 23h, já é hora do biberão e de ir dormir.

    Pronto, o dia acabou e não sei como as horas passaram tão depressa!

    Música ao vivo


    O meu príncipe tem 7 meses e acha-se um verdadeiro tenor! Ele ainda só sabe fazer o aquecimento de voz! Entre um choro mais grave e outro mais agudo, um "aaaa" a mil decibéis, isto é pura alegria. Já começou com o "tatata" e o "bababa" que quando não lhe saem bem entra o "aaa-ou". Ele gosta de complementar o canto, por isso junta-lhe o bater do guiso  nas grades da cama. Ele nasceu com o pé boto e por isso usa umas botas ortopédicas, e volta meia lá está ele no seu " tatata" e o "tum-tum" das botas a bater no colchão ou então na grade da cama. Há dias que são verdadeiros concertos!

    Ler 1001 histórias


    Nós ainda não chegamos a essa fase, mas estamos ansiosos. Já temos uma "biblioteca de livros" para ele. Aconselho a aproveitarem as promoções de livros, ou então as feiras do livro para irem juntando alguns livros. Lembra-se que a leitura é muito importante para a aprendizagem deles, irá ajudá-los muito quando forem para a escola. Irá ajudá-los a criarem hábitos e gosto por ler, o que será essencial para que os nossos filhos sejam cultos e tenham maior facilidade de aprender.

    Diversão não vai faltar


    Quem tem filhos sabe que até as coisas mais simples se tornam importantes. Um pum à homem, um arroto grande, uma gargalhada, uma tentativa de gatinhar, fazem-nos sorrir! A diversão será garantida, com tentativas de trepar pelo nosso colo, turras, a primeira gargalhada, tatau nos pais, mordidas de gengiva, fios de baba,etc. Quando eles não param de chorar ou então fazem asneira e queremos ralhar e eles soltam um sorriso, nós esquecemos tudo.
    Por pior que esteja a ser o dia, eles fazem-nos esquecer tudo o que de mal aconteceu.

    Saberás o que é família


    Eu confesso que nunca vivi, nem tive aquele "espírito de família" que tanto ouvia falar. Quando descobri que ia ser mãe tudo mudou. A forma de ver a vida e a perspectiva de futuro mudou. Agora, antes de decidir algo pensamos se será o melhor para nós e para o bebé. As férias tem de ser pensadas de forma a que sejam boas para nós casal e para o nosso bebé. As decisões profissionais também são assim, é bom ter um bom salário mas temos de saber se isso vai condicionar a vida do nosso filho. Tudo muda, e a prioridade passa a ser a família, os bons momentos passam a ser com os nossos filhos e companheiro(a). Acho que não dá para explicar o que é o espírito familiar, simplesmente vive-se.

    Irás conhecer o verdadeiro amor



    Bem, se achas que estás apaixonado e que encontraste o verdadeiro amor no teu companheiro(a), ainda bem. Quando recebemos a notícia que vamos ter um filho, começa o amor por um bebé que está dentro da barriga e que mal conhecemos. Só o vemos a preto e branco, não percebemos as feições, sentimos os pontapés e sentimos um amor imenso. Quando ele nasce e o colocam no nosso peito (ou colo no caso dos Papás), o nosso coração enche-se de felicidade.

    Desde que o príncipe nasceu, que vivo com o coração nas mãos! Uma dor de barriga, um choro, as vacinas, ele é que sofre fisicamente, mas quando o vejo chorar parece que o meu coração se desfaz. O sorriso dele faz-me tão feliz que nunca pensei que fosse possível amar tanto alguém!

    Sim, eu sei que quando temos filhos acontecem coisas mais amargas, mas tudo isso é pequeno quando comparado com a alegria que eles nos dão.💙
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    Olá a todos e bem-vindos ao blog "A Mãe Sou Eu"!

    Este projecto nasceu da minha paixão pela escrita e da minha nova vida de mãe de primeira viagem. Aqui, vou partilhar convosco alguns dos momentos desta nova vida de mãe, dicas, curiosidades, receitas, e mil e uma coisas sobre bebés e crianças, gravidez, maternidade e paternidade. O nome "A Mãe Sou Eu" surgiu porque, tal como muitas mães sabem (e alguns pais também), antes e depois dos bebés nascerem, todos parecem saber muito sobre os nossos filhos e por isso, é palpites (opiniões) a toda a hora.

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